sexta-feira, 4 de junho de 2021

SERGIPE: STERTS cobra resposta sobre vacinação para radialistas

 




O Superintendente de Comunicação do Estado de Sergipe, Givaldo Ricardo, recebeu na manhã da última quarta-feira, 02, a direção dos sindicatos dos radialistas, jornalistas e da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (FITERT). Na pauta da reunião a cobrança das categorias para a vacinação contra a Covid-19 dos profissionais de comunicação.

Em resposta a cobrança, Givaldo Ricardo garantiu que até semana que vem o Governo deve se posicionar se pronunciar oficialmente na próxima semana com relação a vacinação dos comunicadores.

Estavam presentes Alex Carvalho presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Rádio, Televisão Aberta por Assinatura e Publicidade do Estado de Sergipe (STERTS), Milton Alves, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Sergipe (Sindijor) e Fernando Cabral, coordenador nacional da FITERT.

Segundo o presidente do Sindicato dos Radialistas, Alex Carvalho, “houve uma recepção muito boa por parte do Governo do Estado. O superintendente de comunicação, Givaldo Ricardo, recebeu os sindicalistas e se comprometeu que o governador Belivaldo Chagas, até a próxima semana, vem com um posicionamento oficial sobre a vacinação de todos os profissionais de comunicação”.

Fonte: STERTS | INFONET

quarta-feira, 2 de junho de 2021

⚠BOLETIM COVID-19 LUÍS GOMES⚠

 

A Prefeitura Municipal de Luís Gomes, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, comunica o registro de 18 (dezoito) novos casos confirmados de COVID-19 no município.


Comunicamos o resultado negativo de 47 (quarenta e sete) testes.


Comunicamos ainda a alta de 15 (quinze) pacientes.


Quadro epidemiológico do município:

19 suspeitos;

2118 descartados;

39 monitorados;

512 confirmados (485 curados, 20 em tratamento domiciliar, e 07 óbitos)


A Secretaria Municipal de Saúde continuará monitorando a situação do município e seguirá atualizando as informações ao público.

Vale salientar que a pandemia não acabou, portanto é importante que todos tomem as precauções orientadas pela Organização Mundial da Saúde, Ministério da Saúde, Governo Estadual e Municipal.

Luís Gomes/RN, 02/06/2021.

Senado quer aumentar punição para violência contra jornalistas

 

quarta-feira, 2 de junho de 2021




A constante violência contra jornalistas brasileiros em plena atividade profissional tem preocupado o Congresso Nacional. São vários os projetos de lei em tramitação no Senado que tratam da segurança dos profissionais da imprensa.

Um dos projetos, do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), torna crime hediondo o homicídio de jornalista em razão da profissão. Outro projeto, de autoria do senador Lucas Barreto (PSD-AP), considera agravante na pena quando o crime for cometido contra profissional da imprensa no exercício da profissão ou em razão dela.

Também a proposta do senador Weverton (PDT-MA) agrava de um a dois terços a pena para a lesão corporal a jornalistas e profissionais de imprensa.

As agressões físicas, ameaças, ofensas, intimidações e ataques virtuais, além dos assassinatos de profissionais da comunicação estão no Relatório da ABERT sobre Violações à Liberdade de Imprensa, publicado anualmente, desde 2012, quando a Associação passou a monitorar os casos de violência contra jornalistas no país.

Em 2020, foi registrado um caso de jornalista assassinado pelo exercício da profissão, além de 150 casos de violência não letal contra pelo menos 189 profissionais e veículos de comunicação.

FONTE: ABERT

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Qual o papel do rádio no combate à desinformação?

 




Artigo publicado neste mês de maio no New York Times traz algumas reflexões e oportunidades.

Por Giovana Massetto

Recentemente, o repórter internacional e colunista do New York Times, Max Fisher publicou o artigo intitulado “O pertencimento é mais importante do que a verdade: a era da desinformação”, com reflexões relevantes para o momento que a sociedade mundial vive e, em especial, para jornalistas e veículos de comunicação.

Na publicação, Max Fisher cita três aspectos principais:

A necessidade de endoagrupamento, ou seja, a crença de que o grupo social com o qual se identifica é superior a outros e que os outros são culpados pelos problemas. Em tempos de conflitos evidentes ou mudanças sociais, buscamos segurança em grupos. E isso nos deixa vorazes por informações, verdadeiras ou não, que nos permitem ver o mundo como um conflito que opõe nosso virtuoso endogrupo com um nefasto exogrupo.

A emergência de figuras no alto escalão da política, que encorajam seus seguidores a se entregar a um desejo por desinformação que afirme uma identidade.

Crescimento das plataformas de redes sociais que são poderosas para autores de mentiras, vetores de difusão de desinformação em sua essência e multiplicadoras de outros fatores de risco.

Levando em consideração as análises de Fisher quais seriam as oportunidades para o rádio? Primeiramente, como um veículo essencial, não apenas neste período de pandemia, o rádio tem o maior potencial de relacionamento graças a proximidade que apresentadores e jornalistas conseguem criar com o ouvinte. Esta possibilita a criação de uma rede social, no sentido mais profundo da palavra, ou seja, uma união de pessoas com pensamentos afins. Graças a alta homofilia (termo que significa a tendência do ser humano se associar a pessoas semelhantes a elas) criada, automaticamente é construído um vínculo de confiança entre apresentadores e ouvintes.

Quando a confiança já está estabelecida, cabe ao rádio oferecer ao seu ouvinte conteúdo local de qualidade, corretamente checado, para assim mantê-la. É exatamente neste ponto que o rádio tem grandes oportunidades. “Claro que as informações nacionais são fundamentais, mas elas não podem ser trazidas desconectadas de uma realidade próxima. Acredito que as emissoras podem olhar para o que acontece na sua região e tentar coordenar essas experiências de verificação nacionais com a realidade regional”, defende Debora Cristina Lopez, pesquisadora da Universidade Federal de Ouro Preto.

Na reportagem Conteúdo Local: identidade, precisão e confiança, publicada na Revista Sintonize, edição 2020, o jornalista, escritor e professor de rádio da UFRGS, Luiz Artur Ferraretto disse a época que o rádio presta um serviço fundamental no sentido da apuração

e esclarecimento, especialmente na escala regional, onde não há atuação e alcance das agências de checagem e veículos de abrangência nacional. “Apesar da abrangência física e digital cada vez mais ampla, o que dá audiência e interação é a proximidade, e quem paga as contas é o anunciante local”, afirmou.

Mas para combater a desinformação cabe aos jornalistas das emissoras de rádio realizar a checagem das informações e criar os caminhos de checagem. “Sabemos que a comunicação não é a prova de erro, por mais que a gente faça uma série de caminhos, precisamos diversificar fontes, buscar documentação e cruzar o que as fontes dizem. Mas de nada adianta fazer a verificação do que está sendo dito a nível nacional sem pensar no que interessa e afeta o cotidiano do público para quem se fala, principalmente quando se trata de emissoras do interior”, salienta Debora.

Além disto, ela sugere a escuta ativa da sociedade na qual a emissora está inserida e cita um projeto desenvolvido no Rio Grande do Sul. “A Universidade Federal de Santa Maria conta com uma web radio conduzida por alunos, que merece destaque pela sua atuação. Durante a pandemia, em 2020, eles fizeram um trabalho de verificação de informações que estavam circulando na região. Eles realmente escutaram o que as pessoas estavam falando na rua e verificavam essas informações, das mais simples às mais complexas. Este trabalho afetou efetivamente a comunidade regional porque trabalhavam com fatos que atingiam aquele público, acredito que este seja o papel local do rádio”, detalhou.

Agências de checagem

Além da construção de uma ampla base de fontes, as informações também podem ser checadas em agências, confira algumas delas.


Pioneira do fact-checking no Brasil, a agência Lupa foi criada por Cristina Tardáguila, e acompanha o noticiário de política, economia, cidades, cultura, educação, saúde e relações internacionais. Também integra o IFCN e é a única plataforma brasileira a fazer parte do consórcio mundial de checagem The Trust Project


Criado em 2013 pelo jornalista Edgard Matsuki, o Boatos.org destrincha as histórias que viralizam na rede. Recebeu algo pelo whats e não tem certeza se aquilo faz sentido ou tem base real? Provavelmente Matsuki e sua equipe já tem a resposta, inclusive com a origem dos boatos.


Um dos mais antigos entre os portais de checagem (2002), o E-farsas desmistifica histórias mal contadas na internet e ainda entrevista especialistas para endossar as contradições do que, na maioria das vezes se trata de boato. O fundador, Gilmar Henrique Lopes chegou a ‘encaixar’ o trabalho no programa “Você é Curioso”, da Rádio Bandeirantes.


No formato de blog, o Estadão Verifica é editado pelos próprios repórteres do jornal. A iniciativa integra o International Fact-Checking Network (IFCN) e virou parceira formal do programa de checagem de fatos do Facebook no Brasil.


Lançada em 2018 pelo portal de notícias G1, o Fato ou Fake é um consórcio formado pelos veículos da Rede Globo de Comunicação (G1, O Globo, Extra, Época, Valor, CBN, GloboNews e TV Globo) com intuito de esclarecer tanto as próprias informações, quando questionadas, como conteúdos duvidoso espalhados na internet.


Fundado pelos jornalistas Tai Nalon e Rômulo Collopy, Aos Fatos é mais focado em declarações de políticos e autoridades de expressão nacional, com base no Rio de Janeiro e em São Paulo. Verificam se alegações de autoridades sobre temas de maior importância são verdadeiras ou não, distorcidas, exageradas ou omitem informações relevantes.


Projeto de checagem da Agência Pública, de jornalismo investigativo. O truco foca na apuração de declarações de autoridades, especialmente em época de campanha eleitoral. Mas também checa declarações feitas em eventos públicos, entrevistas e redes sociais.


O Checa Zap tem foco total no aplicativo Whatsapp, mas também atua com o Twitter e Facebook. Encabeçado por estudantes e jovens periféricos de São Paulo (Escola Énois) e do Rio de Janeiro (data_labe), promove a checagem semanal de fatos e boatos que podem impactar no processo eleitoral. Trabalham em parceria com a página Quebrando o Tabu no Facebook, Huffpost Brasil e por meio de boletins semanais na rádio CBN.


A iniciativa do UOL tem um viés menos abrangente e mais profundo. O serviço, lançado em 2007, conta com jornalistas que não apenas confirmam ou desmentem histórias e declarações, mas também contextualizam os fatos com dados, números e desdobramentos.

FONTE: AERP - Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná

Conheça a locutora que faz alerta dos '15 segundos' na CPI da Pandemia

 


Durante as sessões da CPI da Pandemia, certamente você já escutou uma voz feminina, que faz um alerta importante aos senadores. Quando o tempo de fala de cada parlamentar está próximo do fim, ela gentilmente faz um aviso de que faltam 15 segundos para o término da fala -- que já virou até meme na internet.

Em entrevista à CNN, a dona da voz secreta do Senado Federal, a locutora Marluci Ribeiro, contou que está surpresa com a repercussão positiva do seu trabalho.

“Recebi no grupo de WhatsApp dos locutores de que estava ocorrendo na internet comentários sobre esse áudio, muita piada de maneira leve, jocosa, divertida, e algumas pessoas querendo saber de quem era a voz. Depois, claro, comecei a receber recados dos meus amigos, colegas da rádio, virei meme aos 54 anos”, disse ela rindo.

Ela revelou ainda que fez a gravação dos “15 segundos” em abril do ano passado, para as sessões plenárias remotas do Senado. “Foi um pedido da rádio para uso durante as transmissões das sessões plenárias, e depois passou a ser utilizado esse aviso sonoro na CPI.”

Marluci é locutora da Rádio Senado desde janeiro de 2011. “É de praxe fazermos gravações para os mais diferentes produtos, inclusive os 15 segundos. Tive que fazer em três ritmos diferentes para aprovação do editor”, contou.

Confira o vídeo:


FONTE: CNN

Engajamento com os ouvintes

 




Entre as dicas de profissionais do mercado estão a elaboração de conteúdo de qualidade, enquetes e promoções. Confira!

Por Fernanda Nardo e Giovana Massetto

Uma das palavras da “moda” no mundo do marketing é engajamento. Os profissionais que acompanham as plataformas de redes sociais estão sempre atentos a esta métrica nas postagens e o objetivo é sempre fazê-la crescer. Mas o engajamento é muito mais do que isto. Ele também representa o relacionamento do cliente com a marca. No offline, a lógica é a mesma e para as emissoras de rádio também envolve a participação e o próprio posicionamento do ouvinte sobre o que está sendo apresentado.

O engajamento é fundamental, afinal, essa proximidade é um dos diferenciais do meio rádio. Quando um ouvinte se identifica com a programação, com o locutor, quando ele tem um canal de relacionamento aberto com a emissora, suas expectativas são atendidas e ele se sente pertencido. Mas é papel das emissoras estimular este engajamento tanto no dial quantos nos canais digitais em que marca presença.

“O estímulo parte de conteúdos que provoquem opinião e posicionamento, promoções que provoquem participação e interação, e estratégias de marketing que provoquem relacionamento”, explica o gestor artístico da Massa FM Curitiba, Londrina e Maringá, Cristiano Stuani.

As emissoras do GRPCom, segundo o diretor de rádio, João Santos, seguem o mesmo princípio, baseado em três pilares: conteúdo de qualidade, enquete e promoção. “As promoções devem ser de interesse do ouvinte, a rádio precisa oferecer algo que seja um objeto de desejo da sua audiência, não adianta dar qualquer coisa”, afirma.

Para ele, a programação deve ser condizente com a proposta e o perfil do público. Tem que ter música, mas também um conteúdo de qualidade e notícias. “É fundamental conhecer o público, perfil da audiência conforme os horários e dias da semana, e aliar isso a programação destinada a cada um destes perfis”, recomenda.

A qualidade artística, a proximidade com o ouvinte, a comunicação e linguagem fácil e moderna, assim como a programação musical são destacadas por Augusto Oliveira, diretor comercial da Caiobá FM. “Para gerar engajamento, tudo é minuciosamente elaborado. Estamos também sempre atentos à inovação”.

Estratégias

Quando se trata da Massa FM, Cristiano conta que programas com perfil talk e entretenimento tem permitido a participação opinativa dos ouvintes. “No que se refere a parte promocional, hoje, a emissora conta com mais de 10 promoções simultâneas em sua programação, todas elas, com mecânicas diferentes – formas de participação -, permitindo o envolvimento com diferentes públicos. E, quando se trata de relacionamento, as estratégias vão de ações próximas ao público, ações nas redes sociais, ao atendimento direto pelo WhatsApp, além de formas de linguagem apropriadas usadas pelos nossos comunicadores por meio dos microfones da emissora”.

O uso da linguagem apropriada e o “ouvir o ouvinte” são estratégias destacadas pelo diretor comercial da Caiobá FM. “Utilizamos no digital uma linguagem que não necessariamente é a mesma do dial. Para chegar neste “tom” ouvimos sempre nossos seguidores sobre assuntos e novidades que esperam de nós. Os programas têm uma preocupação grande em engajar e estar próximo dos ouvintes, analisando sempre o que nossa audiência precisa e se interessa no dia a dia, por isto, diariamente temos enquetes com assuntos atuais, discussões e abertura para o ouvinte participar e interagir da melhor forma que se interessarem”.

Augusto Oliveira também cita o uso de ferramentas de interação. “Todos os pontos de contato auxiliam muito. Hoje, recebemos mensagens pelas redes sociais, site, WhatsApp, mas ainda temos ligações, e-mails e, por incrível que pareça, ainda recebemos cartas de ouvintes. Todas as opções de comunicação geram abertura para os ouvintes sugerirem pautas, assuntos de interesse e participarem diretamente na programação”, conta.

Redes Sociais

Para que exista interação, é preciso primeiramente que as páginas das redes sociais da rádio estejam sempre atualizadas. Postar conteúdos que estimulem o compartilhamento por parte dos ouvintes, sempre com uma estratégia definida e regularidade. O ideal é que esse conteúdo seja em forma de uma pequena chamada com link, com o objetivo de levar a sua audiência para o site da emissora, e assim, gerar acessos e interesse por outros conteúdos.

Para João Santos, utilizar memes e assuntos do momento ajuda a gerar mais diálogo e engajamento dos ouvintes no digital. “Tudo que acontece na internet nós puxamos para a rádio, isso gera muito engajamento nas redes sociais. Assuntos do momento, como na época do BBB, que era o assunto mais falado, os memes e tweets, nós trazemos para a rádio, inclusive, para nos comunicar com os ouvintes que nos seguem nas redes sociais”, explica.

O respeito ao perfil da audiência em cada canal também é trabalhado pela Massa FM. “Por muitas vezes, a mesma pessoa que está com a Massa Fm no instagram, espera conteúdos diferentes no facebook. Não existe uma regra para os conteúdos, mas um olhar estratégico diário, de tudo aquilo que teve engajamento ou não. A programação e cronograma de nossos conteúdos se desenvolvem em cima do que os nossos seguidores acompanham ou fazem pelos seus perfis nas redes sociais”, comenta Stuani.

FONTE: AERP - Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná

sexta-feira, 28 de maio de 2021

⚠BOLETIM COVID-19 LUÍS GOMES⚠


A Prefeitura Municipal de Luís Gomes, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, comunica o registro de 10 (dez) novos casos confirmados de COVID-19 no município.


Comunicamos o resultado negativo de 15 testes.


Comunicamos ainda a alta de 10 (dez) pacientes.


Quadro epidemiológico do município:

34 suspeitos;

2071 descartados;

52 monitorados;

494 confirmados (470 curados, 17 em tratamento domiciliar, e 07 óbitos)


A Secretaria Municipal de Saúde continuará monitorando a situação do município e seguirá atualizando as informações ao público.

Vale salientar que a pandemia não acabou, portanto é importante que todos tomem as precauções orientadas pela Organização Mundial da Saúde, Ministério da Saúde, Governo Estadual e Municipal.

Luís Gomes/RN, 28/05/2021.